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The thing I love today: New York City / Coisa que amo hoje: Cidade de Nova York

 

I treasure many spots in the world, but there is no place like New York City to me. It encapsulates all the things I truly love and, even if I named an endless list of reasons here, it wouldn’t make justice to what I feel for it. If there is one thing I have learned in life is that we cannot talk about feelings in a straightforward way. We can only sense them (chances are one may not – and certainly won’t – understand it). And this is why my spiritual connection with this city can only be understood from my inside.

Its multiculturalism, its colors, its scents, its languages, its shapes, its flavors, its religious diversities, its architecture, its efficient public transportation, its peculiarities, the fact that you never feel like a stranger there, and everything else are the perfect translation for what’s called “a melting pot”.

As incredible as it might seem, it is perfectly possible to find peace and silence in the city known by its persistent noise. Just as easy as going to the Central Park for a sunbath or to witness the Fall leaves coming down the trees, while squirrels chase their nuts. It is also the place to: Delight a Levain Bakery walnut chocolate chip cookie, or an Au Bon Pain macadamia cookie while wandering among the townhouses; Spend an entire day getting “overwhelmed” by the Metropolitan Museum of Art’s richness, or by the MoMA’s, or by the Guggenheim’s, or by the American Museum of Natural History’s (or by any one of the “thousand” museums in the city); Cry in a show/opera at the Lincoln Center; Smile with the Rockettes show at the Radio City Hall Christmas Spectacular; Get mesmerized by the Times Square lights; Cross the Brooklyn Bridge by foot and admire Manhattan island from the Brooklyn neighborhood; Admire the most beautiful tower ever built (in my opinion, of course), which is the Chrysler Building; Eat one of the water-mouthing Crumbs cupcakes (I always go for the red velvet or the “good guy”); Walk along my beloved Columbia University main campus and get the Alma Mater’s grace; Walk throughout Perry Street in the Greenwich Village, my favorite street in the entire city; Enjoy the charming Flatiron Building area; Lost time track at the 5th Avenue, or at the Madison Avenue, or Soho, or Little Italy, or Chelsea, or the High-Line; Enjoy a brunch in a late Saturday/Sunday morning… these are just samples of how happy this city makes me feel.

Home. This is the word I would pick to best describe NYC. Every time I land there, I hear the city whispering in my ears: “welcome back home”.

And I leave you with some images* that show a little of its colors, beauty and uniqueness. Enjoy it!

*They’re all my credits.

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NYC Panoramic2

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Eu me encanto por vários lugares no mundo, mas não há nenhum que se compare a Nova York pra mim. Ela compreende todas as coisas que amo de verdade e, mesmo que eu elencasse aqui uma lista interminável de razões, ainda assim não faria justiça ao que sinto por ela. Se há uma coisa que aprendi na vida é que não conseguimos falar claramente de sentimentos. Como o proprio nome já diz, só dá pra senti-los (há muita chance de o interlocutor não entender). E é assim que minha conexão espiritual com a cidade pode ser entendida: das minhas entranhas.

Seu multiculturalismo, suas cores, seus aromas, suas línguas, suas formas, seus sabores, suas diversidades religiosas, sua arquitetura, seu transporte público eficiente, o fato de nunca nos sentirmos um estranho lá, suas peculiaridades e tudo o que lá se encontra são a tradução perfeita para o termo melting pot.

Por incrível que pareça, é perfeitamente possível encontrar paz e silêncio na cidade conhecida pelo seu barulho. Basta ir ao Central Park para um banho de sol ou testemunhar as folhas do outono caindo das árvores enquanto os esquilos caçam suas castanhas. É também o lugar para: Se deliciar com um cookie de nozes e gotas de chocolate da Levain Bakery, ou um de macadâmia da Au Bon Pain enquanto se vagueia pelas charmosas townhouses; Passar uma tarde inteira sendo “sobrecarregada(o)” pela riqueza do museu Metropolitan, ou do MoMA, ou do Guggenheim, ou do Museu de História Natural (ou por qualquer um dos “milhares” de museus da cidade); Chorar em um show/ópera no Lincoln Center; Sorrir com o show das Rockettes no especial de Natal do Radio City Hall; Hipnotizar-se pelas luzes da Times Square; Cruzar a ponte do Brooklyn a pé e a admirar a ilha de Manhattan pelo outro lado; Admirar o mais lindo prédio já construído (na minha opinião, é claro), que é o edifício Chrysler; Comer um dos deliciosos cupcakes da Crumbs (sempre peço o de red velvet e o “good guy”); Andar pela área da minha querida Universidade Columbia e receber as graças da Alma Mater; Andar pela Perry Street no Greenwich Village, minha rua favorita na cidade; Curtir a charmosa área do prédio Flatiron; Perder a noção do tempo pela 5ª Avenida, ou Avenida Madison, ou Soho, ou Little Italy, ou Chelsea, ou no High-Line; Curtir um brunch no final da manhã de um sábado ou domingo… estas são apenas amostras do quão feliz esta cidade me faz.

Lar. Esta é a palavra que eu escolheria para melhor descrever Nova York. Cada vez que aterrisso lá, ouço a cidade sussurrar no meu ouvido: “bem vinda de volta a casa”.

E os deixo aqui com algumas imagens* que mostram um pouco das suas cores, beleza e singularidade. Aproveitem!

*Todas de minha autoria

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The thing I love today: Airplanes / Coisa que eu amo hoje: Aviões

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Malaysia airlines accidents

 

A flying airplane is something that has always puzzled and amazed me since I was a child. I remember staring them in the skies and asking myself how on earth something so huge and heavy was capable to fly. Since then, I look at it with profound admiration and devote my sincere respect for aviation engineering.

In my opinion, airplanes are some of the few things that best represent connectivity, cutting edge technology and evolution. Thus, as stressful as airports can be, as uncomfortable as a long flight can be, I’ve always faced them as a symbol of new discoveries, connection, a borderless world, unforgivable vacations… hence: happiness.

Needless to say that when I hear about airplane crashes, it devastates me in ways words can’t explain. Mostly, of course, due to the commotion of losing so many lives at once, but also because it represents a flaw of what I consider an impeccable advanced and sophisticated engineering system.

The recent tragedies of the Malaysian airlines have been resonating non-stop in my mind. Both cases are tremendously worrisome: one for still being a complete conundrum and the other for being the direct result of mankind’s stupidity. Shooting down an aircraft passenger (even if mistook by a military one) is so repulsive that causes the deepest dismay even in insensitive hearts. Not checking what type of plane was crossing the air space before activating a missile makes it intentional. Seeing the greatest symbol of a world without borders being shot down due to primitive borders conflict does really consternate me.

I wonder if we humans have learned anything from history. Sometimes I doubt it because I keep seeing us repeating the same mistakes again and again. And considering the amount of information we have on hands nowadays, as well as the stage of human development we should have reached on the year 2014 of the 21st century, attitudes like this are too pre-historical to be accepted (to say the least).

Acknowledging the human being ignorance that still reigns, I express my sincere condolences and sentiments to the families and friends who lost their loved ones.

May these souls rest in peace.

blogthingsilove@yahoo.com

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Acidentes da Malaysia Airlines

 

Um avião em pleno vôo é algo que sempre me intrigou e impressionou desde os tempos de criança. Eu me lembro de fitá-los nos céus me perguntando como que algo tão grande e pesado era capaz de voar. Desde então, eu olho para ele com profunda admiração, devotando meu sincero respeito à engenharia de aviação.

Em minha opinião, aviões são algumas das poucas coisas que melhor representam conectividade, tecnologia de ponta e evolução. Assim, por mais estressante que aeroportos possam ser, por mais desconfortáveis que sejam os longos vôos, sempre os vi como um símbolo de novas descobertas, um mundo sem fronteiras, férias inesquecíveis… portanto: felicidade.

Desnecessário dizer que quando ouço falar de um acidente aéreo, isto me afeta de maneira que palavras não conseguem explicar. Em especial, claro, pela comoção em perder tantas vidas de uma só vez, mas também porque representa uma falha do que considero um impecável, avançado e sofisticado sistema de engenharia.

As recentes tragédias da companhia aérea malaia não param de ressoar em minha mente. Ambos os casos são tremendamente preocupante: um por ainda ser um completo enigma e o outro por ser o resultado direto da estupidez humana. Abater uma aeronave comercial (mesmo que confundida com uma militar) é tão repulsivo que causa desalento até mesmo nos corações mais insensíveis. Não checar que tipo de aeronave cruza o espaço aéreo antes de ativar um míssil faz o ato intencional. Ver o maior símbolo de um mundo sem fronteiras ser derrubado devido a conflitos primitivos por fronteiras me causa consternação.

Eu me pergunto se nós humanos aprendemos algo por meio da história. Às vezes eu duvido porque nos vejo repetir os mesmos erros de novo, e de novo, e de novo. E se considerarmos a quantidade de informação que temos em mãos hoje em dia, assim como o estágio de evolução humana que já deveríamos ter atingido no ano 2014 do século XXI, atitudes como esta são pré-históricas demais para serem aceitas (pra dizer o mínimo).

Reconhecendo a ignorância humana que ainda impera, expresso as minhas sinceras condolências e sentimentos às famílias e amigos que perderam seus entes queridos.

Que estas almas repousem em paz.

blogthingsilove@yahoo.com

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The thing I love today: Traveling /Coisa que eu amo hoje: Viajar

Praha (Prague)

Letná Park3

I’ve always known that when I visited the old continent for the first time I would fall in love with it right away, mostly due to its history load and its superb artistic features. I also wanted my first trip to be to the Czech Republic, the land of crystals, Jan Hus and Prague, which are – alone – reasons enough to be on the top of my list.

Prague has always enchanted me because it is, perhaps, the only European city that has reached the end of the World Wars without major physical damages and keeping its original buildings, architecture and style. Which means that all the main art expressions can be seen on its pure and genuine form, such as the Romanesque, the Gothic, the Baroque, the Rococo, the Renaissance and the Art Nouveau. Among all these, what impressed me the most in my visit to the city were the St Vitus’ Cathedral with all its Gothic richness and the striking Baroque details of the St. Nicholas Church (located in Little Quarter, since there is another one at the Old Town). However, it would be unfair to mention just these 2 great pieces of art, when the entire city is an open-air museum. I will break my analysis down per area:

Old Town
– All the beautiful red rooftops, that – although they can be seen everywhere in the city – here they are just flamboyant.

Rooftops Rooftops2 Rooftops3

– The Old Town Hall and its magnificent Town Hall Clock: created in 1490 by a talented clockmaker, who – according to the legend – got blinded by the councilors who ordered it so he wouldn’t be able to build another copy of this masterpiece to anyone else.

Town Hall Clock

– The Jan Hus monument (ok, this might impress just me, because he is one of my favorite historical characters – he was burnt at stake for his objection to religious corrupt practices as well as opulent style).

Ian Hus

– The enigmatic church of Our Lady Before Tyn (no pictures allowed on its interior)

Church of Our Lady Before Tyn

Prague Castle and Hradcany
– All the charm of the Prague Castle with its astonishing St Vitus’ Cathedral, that holds the tomb of St Wenceslas, a very important historical figure to the country, and the frightening gargoyles images on the outside (actually, they permeate the whole city of Prague); the Royal Palace; the St. George’s Convent; the Golden Lane with its picturesque artisan’s cottages, etc.

Prague CastleSt Vitus St Vitus2 St Vitus3

St George Convent

– The Belvedere, that was built to be the monarchy summerhouse;
– The Sternberg Palace, which exhibits superb European art pieces;
– The Loreto: a wonderful convent that houses the Santa Casa (said to be one of the few replicas of the original house where the Archangel Gabriel told Mary about the future birth of Jesus through her womb). It also holds the Church of the Nativity with is outstanding frescos;

The Loreto The Loreto2 The Loreto3 The Loreto4

– The impressive Scwarzenberg Palace with its unique façade. The building houses the National Gallery’s collection of Baroque art, but I must confess that the building itself impressed me more than anything else in its interior.

Scwarzenberg Palace3 Scwarzenberg Palace2 Scwarzenberg Palace

– The Strahov Monastery: the Church of Our Lady and the Philosophical Hall is a must see. Mozart used to play here.

The monastery

Little Quarter
– The Charles Bridge is – by far – the most important art expression to see here: named after the Roman emperor, Charles IV, who loved the city and brought important local development and prosperity. Under his administration, Prague grew into a wonderful city and became larger than Paris and London. The bridge was built in the 14th century and is a combination of Gothic and Baroque styles. The bridge crosses the famous Vltava River, splitting the city into two parts. There are several statues throughout the entire bridge and each one represents an important religious image. The most famous one is of St. John Nepomuk, which both statue and little monument are placed right in the place where he was thrown off the bridge and drowned. It is said that if you touch the statue you are most certainly coming back to Prague someday and if you touch he little monument, you will have good luck. I did both, of course 😉

Charles Bridge2 Charles Bridge St John Nepomuk St John Nepomuk3

– The Church of St. Nicholas: so impressive that I went there twice during my staying in the city. I completely lost track of time here while admiring the outstanding frescos;

St Nicolas2 St Nicolas4 St Nicolas St Nicholas3

– Church of Our Lady Victorious: not that magnificent on its physical aspect, but it holds the Holy Infant of Prague, which makes it a constant pilgrimage place.

Holy Infant of Prague

New Town
– State Opera House: its interior is a masterpiece

Opera House Opera House3 Opera House2

– Wenceslas Square: it witnessed many key events in Czech history

Wenceslas Square2 Wenceslas Square

– National Theatre: another masterpiece on the inside and the outside. It became even more important to me, because it was where I watched La Traviata, an opera that I have always dreamed of watching.

National Theatre National Theatre2 National Theatre3

– The Dancing House: a very modern architecture building (it contrasts with the surroundings)

The Dancing House The Dancing Building sorrounding

Letná Park: it, perhaps, offers the most beautiful view of the city

Letná Park Letná Park2

Prague was, with no shadow of doubts, one of the most special places I have ever visited and it will be hard to beat it, for sure. My expectations were high and it did not disappoint me when it comes to structural beauty. Two other beautiful surprises came out as an extension of this trip to Czech Republic too: Vienna and Budapest, but this is a topic for another post.

My advice to those who are reading this is: if you have the means, schedule your flight to Prague immediately. It will be the trip of your life (if you are an art and history lover like me, of course). I will certainly come back to the city as soon as I can.

I heart you, Praha!
blogthingsilove@yahoo.com

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Praha (Praga)

Eu sempre soube que quando visitasse o velho continente pela primeira vez eu me apaixonaria por ele imediatamente, especialmente pela carga de história atrelada a ele e pela sua riquíssima arte. Eu sempre quis também que minha primeira viagem à região fosse para a República Checa, a terra dos cristais, de Jan Hus (João Huss) e de Praga, que já são, por si só, razões suficientes para estar no topo da minha lista.

Praga sempre me encantou porque é, talvez, a única cidade europeia que conseguiu chegar ao final das duas grandes guerras sem grandes danos físicos e mantendo seus edifícios, arquitetura e estilo originais. O que significa dizer que todas as principais expressões de arte podem ser vistas em sua forma mais genuína, artes estas como a Românica, a Gótica, a Barroca, a Rococó, a Renascentista e a Art Nouveau. Entre todas elas, as que mais me impressionaram foram a Catedral de São Vito com toda a sua riqueza gótica e os admiráveis detalhes barrocos da igreja de São Nicolau (na região de Little Quarter, já que existe outra de mesmo nome em Old Town). Porém, seria injusto citar apenas estas duas obras, quando se trata de uma cidade que é um rico museu a céu aberto. Dividirei minha análise por áreas a serem exploradas (manterei algumas coisas em inglês, pois – além de não conseguir tradução adequada para algumas palavras – esta é a melhor maneira de se localizar por lá. Peço também que vejam as fotos no post em inglês):

Old Town (cidade velha)
– A beleza dos telhados vermelhos, que – apesar de serem vistos por toda a cidade – aqui eles ganham muito mais brilho.
– O Old Town Hall e seu magnífico relógio: criado em 1490 por um talentoso relojoeiro, que – de acordo com a lenda – lhe foi tirada a visão pelos vereadores que lhe encomendaram a obra, pois assim ele não conseguiria fazer outra cópia para mais ninguém.
– O monumento de João Huss (ok, isto pode impressionar somente a mim, pois ele é uma das minhas personalidades favoritas na história – ele foi queimado na fogueira pela sua objeção às práticas corruptas religiosas, bem como seu estilo opulento).
– A enigmática igreja de Nossa Senhora diante de Tyn (fotos não permitidas em seu interior).

Castelo de Praga e Hradcany
– Todo o charme do Castelo de Praga com a sua surpreendente catedral de São Vito que possui o túmulo de São Venceslau em seu interior, uma figura histórica muito importante para o país, e suas imagens aterrorizantes dos gárgulas em seu exterior (na verdade, estas figuras permeiam toda a cidade); o palácio real; o convento de São Jorge, a Golden Lane com suas pitorescas casinhas de artesãos, etc.
– O Belvedere, que foi construído para ser a moradia de verão dos monarcas da época.
– O palácio Sternberg, que exibe valiosa arte europeia.
– O Loreto: um lindo convento que abriga a Santa Casa (conhecida por ser uma das poucas réplicas da casa original onde o arcanjo Gabriel anunciou a Maria o nascimento do menino Jesus por seu intermédio). Aqui se encontra também a igreja da Natividade com os seus belíssimos afrescos.
– O impressionante palácio Scwarzenberg com a sua fachada singular. O edifício é guardião da coleção de arte Barroca da Galeria Nacional, mas confesso que o prédio em si me impressionou mais que qualquer coisa em seu interior.
– O monastério Strahov: destaque para a igreja de Nossa Senhora e o salão filosófico. Mozart costumava tocar aqui.

Little Quarter
– A Ponte Carlos é – de longe – a maior expressão de arte a ser vista por aqui. O nome homenageia o imperador romano, Carlos IV, que adorava a cidade e promoveu desenvolvimento e prosperidade local. Sob sua gestão, Praga cresceu de forma espetacular e tornou-se maior que Paris e Londres. A ponte foi construída no século XIV e é uma combinação dos estilos Barroco e Gótico. Ela cruza o rio Vltava, que divide a cidade em duas partes. Existem inúmeras estátuas ao longo da ponte e cada uma representa uma imagem religiosa. A mais famosa é a de São João Nepomuceno, cuja estátua e pequeno monumento foram colocados no local em que ele foi atirado ao rio e onde se afogou. É dito que se tocarmos a base da estátua retornaremos à cidade, enquanto que se tocarmos seu pequeno monumento teremos muita sorte. É claro que fiz as duas coisas 😉
– Igreja de São Nicolau: tão impressionante que a visitei duas vezes durante minha estada na cidade. Aqui eu perdi completamente a noção do tempo enquanto admirava os ilustres afrescos.
– Igreja de Nossa Senhora Vitoriosa: não é tão espetacular do ponto de vista físico, mas abriga o Menino Jesus de Praga, o que faz dela um local de peregrinação constante.

New Town
– Casa de Ópera: o seu interior é uma obra de arte.
– Praça Venceslau: testemunhou muitos eventos chave da história checa.
– Teatro nacional: outra obra de arte por dentro e por fora. Tornou-se ainda mais importante para mim, pois foi onde assisti a “La Traviata”, uma das óperas que mais tinha vontade de ver.
– A casa dançante: prédio de arquitetura muito moderna e que contrasta com os arredores.

Parque Letná: oferece, talvez, a mais bela vista da cidade.

Praga foi, sem sombra de dúvidas, um dos lugares mais especiais que já visitei e será difícil tirar este título. Minhas expectativas eram muito altas e ela não me decepcionou com relação à sua beleza estrutural. Duas outras belas surpresas também surgiram como extensão desta viagem à República Checa: Viena e Budapeste, mas este é um assunto pra outro post.

Meu conselho para os que estiverem lendo isto é: se você puder, agende o seu vôo para Praga imediatamente. Será a viagem da sua vida (se você for um amante de arte e história como eu, é claro). Eu certamente retornarei à cidade assim que puder.

Amo você, Praha.
blogthingsilove@yahoo.com

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